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Tensão em Alto Paraíso, com denúncia de am3aça, esbulho possessório, constituição de mil1cia privada e furt0 qualificado.
Polícia Civil em Alto Paraíso, C. M., encaminhou o inquérito para o Ministério Público e para o Poder Judiciário.
Por Administrador
Publicado em 24/05/2026 10:57
Policia
fonte: Blog Entre Linhas

Tensão em Alto Paraíso, com denúncia de am3aça, esbulho possessório, constituição de mil1cia privada e furt0 qualificado. A vít1ma: Iporan Affonso Henrique Buss Melotto, dono da terra na região do Garimpo Bom Futuro.
Iporan Melloto compareceu à delegacia da Polícia Civil de Alto Paraíso, juntamente com sua mãe, Creuza Buss Melotto, que depôs como testemunha. Iporan explicou que os vizinhos Ernesto e Evandro Peper constantemente invadem suas terras com maquinário para extrair cassiterita sem autorização.
Ele disse que em uma dessas invaões pegou o celular para filmar a ação dos infratores, quando um homem saiu de um HB20 e apontou uma p1stola para sua cabeça, ameaçando tirar sua vida e jogar o corpo na vala se não parasse de filmar.
Posteriormente o homem foi identificado como o policial militar Julio Cezar Fernandes da Silva, lotado no 7º Batalhão de Ariquemes.
Iporan Melloto disse no depoimento que Julio Cezar faz parte de uma milícia comandada pelo sargento Davino, que atua no Garimpo do Futuro a mando da Coopersanta.


A mãe dele, Creuza Buss Melotto, e outras testemunhas, confirmaram as declarações.
O policial militar Alexsandro Evangelista de Souza disse que não conhece Ernesto nem Evandro Peper, e que convidou o também policial Julio Cezar para tirar fotografias no garimpo. Ele disse que não viu o colega de farda sacar a arma.
O policial Julio Cezar disse que não conhece Ernesto ou Evandro Peper e negou que faça bicos como segurança. Ele também disse que estava no local tirando fotos para sua esposa, que é digital influencer, e argumentou que houve uma discussão e que puxou a arma, apontando-a para baixo.
Ernesto Peper disse ser proprietário da Eh Mineração e afirmou que extrai cassiterita da propriedade desde 1989. Ele alega que não invadiu a propriedade sem autorização. Disse que paga ao sargento Tavino, que não está mais na ativa, para trabalhar na segurança nos finais de semana, mas não há policiais na ativa trabalhando.
Em 7 de maio de 2025 o delegado da Polícia Civil em Alto Paraíso, Cristiano Martins Mattos, encaminhou o inquérito para o Ministério Público e para o Poder Judiciário.

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